Bem Vindos

Resolvi escrever o que eu tenho na cabeça, botar pra fora, se alguém se interessar e resolver ler...

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Style.com



Conheci esse site faz pouco tempo, me apaixonei!
Pra falar a verdade to completamente viciada!! ando perdendo horas todos os dias por lá...

Vou explicar como funciona entao. é um site que tem tudo o que vc pode pensar a respeito de moda. Tem todos os desfiles internacionais de moda,só os melhores claro. Tem tambem fotos de celebridades, red carpets, etc... O site tbm conta com uma listagem completas das tops internacionais.

Mas a melhor parte de tudo isso é que vc pode interagir com tudo isso, fazendo um Lookbook, o que é isso?

Um Lookbook, é uma seleçao de todos os seus looks preferidos, podendo compartilhar com outros, comentar sobre os mesmos, e receber notas sobre seus modelos preferidos.

Super magnifico! dá pra perder horas, incrementando o lookbook...

Esse ai é o meu:
http://www.style.com/community/lookbooks/view/mylookbook1016395?iphoto=0

Uma graça! tudo bem que eu sou suseita de falar, mas o book e a minha cara, uma coisinha fofissima... tem minhas roupas preferidas, meus designes favoritos e as modelos que eu Amo e me inspiro, como a Chanel Iman, Coco Rocha, Kim Noorda e Siri Tollerod...

Naveguem!

sábado, 22 de maio de 2010

Musicais

Eu AMO filmes musicais! de todos os estilos, seja cantado ou dançado...
Fazia um tempinho até que eu não assistia a nenhum musical, então resolvi alugar NINE, o novo filme do Rob Marshall, o elenco é incrivel! 7 grandes atrizes fazem parte do elenco: a mulher (Marion Cotillard), a amante (Penélope Cruz), a mãe (Sophia Loren), a musa (Nicole Kidman), a figurinista fiel (Judi Dench), a primeira prostituta (Fergie) e a jornalista sedutora (Kate Hudson). Guido o protagonista, é interpretado por Daniel Day Lewis, um Diretor de cinema perdido e sem inspiração.
Apesar de tudo o que promete ser, o filme decepciona, e muito. Parece que falta alguma coisa, não tem conteúdo... Não emociona, não empolga, não te deixa com vontade de cantar, dançar... E apesar do grande elenco o melhor número do filme é realizado por Fergie, ela realmente me impressionou, não sou uma grande fã da Fergie, mas ela arrasou nesse filme!



Enfim, decepcionada resolvi assistir meu acervo de musicais que tenho em casa, como uma espécie de fuga da realidade sempre os assisto uando estou cansada da minha vida, entçao fico sonhando que sou uma dançarina de cabaré, uma noviça nos alpes austríacos, uma corista de uma ópera em Paris.

Vou então começar uma série de posts sobre meus musicais favoritos, iria até começar agora, mas a minha mãe está me enchendo o saco para ir arrumar o quarto! Hahaha
Então vai aí a lista sobre os melhores musicais de todos os tempos, e quando tiver mais tempo falo um pouquinho de cada um deles!

Cantando na Chuva
A Noviça Rebelde
My fair lady
Sol da meia noite
Roda da fortuna
Chicago
Violinista no telhado
Fantasma da opera
Grease
Across the universe
Footlose
Flashdance
Dirty dancing
Hair
Mary poppins
Chorus line
Evita
Mamma mia
Les miserables

domingo, 16 de maio de 2010

Dengoso


Não seria necessário nenhum técnico de futebol para fazer esta convocação da Seleção para a Copa. Bastava um técnico em economia. O Henrique Meirelles, por exemplo. Ficaria de graça: é dever do presidente do Banco Central ser coerente, pessimista e conservador em assuntos de interesse nacional.

Deviam também ter dispensado o circo da entrevista coletiva do treinador. Os convocados poderiam muito bem ter sido divulgados numa ata do Copom, que não teria feito a mínima diferença.

O que há de errado com esta Seleção? A total falta de perspectiva histórica. Nada que surpreenda, vindo de um cidadão que admite não saber se a escravidão ou a ditadura foram períodos bons ou ruins para o país.

Apesar de não ser uma professora de história, como a mãe do Dunga, eu vou tentar pôr as últimas Copas em perspectiva.

Em 1994, depois de vinte e quatro anos de jejum, o Brasil precisava de uma Margaret Thatcher, digo, de um Carlos Alberto Parreira. Naquele ano, não interessava como ganhar a Copa. Interessava ganhar, e só. Ainda hoje é meio deprê lembrar da cobrança bisonha do Baggio como o grande momento do Brasil, mas é melhor do que nada.

Em 2002 o Brasil precisava de um Lula, digo, de um Felipão. Um sujeito tosco e carismático, que unisse a Seleção e a nação e pusesse todo mundo em busca do mesmo objetivo. Nem o Romário conseguiu fazer oposição. Ganhamos a Copa com autoridade, e isso nos lavou a alma da amarelada de 1998 na França.

Agora, em 2010, do jeito que as coisas estão, o Brasil não depende mais da Seleção para se afirmar em coisa nenhuma. Somos ponta-de-lança dos Brics. Temos o dólar de R$ 1,80 e o real de 2,20 pesos. Garantimos a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016.

Ganhar a Copa não é mais a única coisa que pode nos redimir. Passamos de fase. Deveríamos usar o futebol para reafirmar o nosso papel no mundo. Que é o dar espetáculo, evidentemente. O Brasil está para a bola assim como Hollywood está para a tela grande.

Mas daí vem o técnico da Seleção e convoca o time que a Grécia escalaria para acalmar os especuladores do euro.

Dá vontade de reescrever a historinha da Branca de Neve, agora com oito anões. Nome do oitavo: Coerente.

Texto maravilhoso do Ricardo freire do Viaje na viagem
http://www.viajenaviagem.com/

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Diga Não Às Drogas

Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de "experimenta, depois, quando você quiser, é só parar..." e eu fui na dele. Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raiz", "natural”, da terra", que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do "Chitãozinho e Xororó" e em seguida um do "Leandro e Leonardo". Achei legal, coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar todo mundo de "Amigo" e acabei comprando pela primeira vez.
Lembro que cheguei na loja e pedi: - Me dá um CD do Zezé de Camargo e Luciano. Era o princípio de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele me ofereceu um CD de Axé. Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa leve... "Banda Eva", "Cheiro de Amor", "Netinho", etc. Com o tempo, meu amigo foi oferecendo coisas piores: "É o Tchan", "Companhia do Pagode", "Asa de Águia" e muito mais. Após o uso contínuo eu já não queria mais saber de coisas leves, eu queria algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer a bunda como eu nunca havia mexido antes, então, meu "amigo" me deu o que eu queria, um Cd do "Harmonia do Samba". Minha bunda passou a ser o centro da minha vida, minha razão de existir. Eu pensava por ela, respirava por ela, vivia por ela! Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais . . . Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir daí que começou a minha decadência. Fui ao show de encontro dos grupos "Karametade" e "Só pra Contrariar", e até comprei a Caras que tinha o "Rodriguinho" na capa.
Quando dei por mim, já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro, meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo. Não deu outra: entrei para um grupo de Pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma "música" que não dizia nada, eu e mais 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorriamos fazíamos sinais combinados. Lembro-me de um dia quando entrei nas lojas Americanas e pedi a coletânea "As Melhores do Molejão". Foi terrível!! Eu já não pensava mais!! Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas "miseráveis" e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada. Mas a fase negra ainda estava por vir. Cheguei ao fundo do poço, no limiar da condição humana, quando comecei a escutar "Popozudas", "Bondes", "Tigrões", "Motinhas" e "Tapinhas". Comecei a ter delírios, a dizer coisas sem sentido. Quando saia a noite para as festas pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos. Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas; uns nobres queriam me mostrar o "caminho das pedras", outros extremistas preferiam o "caminho dos templos". Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: a droga limpa.
Hoje estou internado em uma clínica. Meus verdadeiros amigos fizeram única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro: doses cavalares de Rock, MPB, Progressivo e Blues. Mas o meu médico falou que é possível que tenham que recorrer ao Jazz e até mesmo a Mozart e Bach. Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes só pensam no dinheiro. Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam sua visão para as coisas boas e te oferecem drogas.
Se você não reagir, vai acabar drogado: alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável e distante; vai perder as referências e definhar mentalmente.
Em vez de encher a cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte: Não ligue a TV no Domingo a tarde; Não escute nada que venha de Goiânia ou do Interior de São Paulo; Não entre em carros com adesivos "Fui ... "
Se te oferecerem um CD, procure saber se o suspeito foi ao programa da Hebe ou se apareceu no Sabadão do Gugu; Mulheres gritando histericamente é outro indício; Não compre nenhum CD que tenha mais de 6 pessoas na capa; Não vá a shows em que os suspeitos façam gestos ensaiados; Não compre nenhum CD que a capa tenha nuvens ao fundo; Não compre qualquer CD que tenha vendido mais de 1 milhão de cópias no Brasil; e Não escute nada que o autor não consiga uma concordância verbal mínima. Mas, principalmente, duvide de tudo e de todos. A vida é bela! Eu sei que você consegue! Diga não às drogas.



Luiz Fernando Veríssimo.

Psiquê revivida pelo beijo de Eros



Museo Louvre - Antonio Canova: "Psiquê revivida pelo beijo de Eros", c. 1787

Narrado no livro O Asno de Ouro, de Apuleio, o mito de Psiquê (alma), bela mortal por quem Eros, o deus do amor se apaixonou...


Psiquê era tão bela que despertou a fúria de Afrodite, deusa da beleza e do amor, mãe de Eros - pois os homens deixavam de frequentar seus templos para adorar uma simples mortal.

A deusa mandou seu filho atingir Psiquê com suas flechas, fazendo-a apaixonar-se pelo ser mais monstruoso existente. Ao contrário do esperado, Eros apaixona-se por Psique, acidentalmente espetado por uma de suas próprias setas.
Com o próprio deus do Amor apaixonado por ela, as suas setas não foram lançadas para ninguém. O tempo passava, Psiquê não gostara de ninguém, e nenhum de seus admiradores se tornara seu pretendente.

O rei e pai de Psiquê, cujo nome é desconhecido, preocupado com o facto de já ter casado duas de suas filhas, que nem de longe eram belas como Psiquê, quis saber a razão pela qual esta não conseguia encontrar um noivo. Consulta então o Oráculo de Delfos, que prevê, induzido por Eros, ser o destino de sua filha casar com um ente monstruoso.

Após muito pranto, mas sem ousar contrariar a vontade de Apolo, a jovem Psiquê foi levada ao alto de um rochedo e deixada à própria sorte, até adormecer e ser conduzida pelo vento Zéfiro a um palácio magnifico, que daquele dia em diante seria seu.

Lá chegando a linda princesa não encontrou ninguém, mas tudo era sumptuoso e, quando sentiu fome, um lauto banquete estava servido. À noite, uma voz suave a chamava e, levada por ela, conheceu as delícias do Amor, nas mãos do próprio deus do amor...
Os dias passavam, e ela não se entediava, tantos eram os prazeres que tinha: acreditava estar casada com um monstro, pois Eros não lhe aparecia e, quando estavam juntos, usava sempre um capuz. Ele não podia revelar sua identidade pois sua mãe (que neste mito é Vênus) descobriria que não cumprira as suas ordens – e apesar disto, Psiquê amava o esposo, que a fizera prometer jamais retirar-lhe o capuz.

Passado um tempo, a bela jovem sentiu saudade de suas irmãs e, implorou ao marido que permitisse que elas fossem trazidas até ali. Eros resistiu e, perante a sua insistência, advertiu-a para a alma invejosa das mulheres.

As duas irmãs foram, enfim, trazidas. A princípio mostraram-se apiedadas do triste destino da sua irmã, mas vendo-a feliz, num palácio muito maior e mais luxuoso que o delas, foram sendo tomadas pela inveja. Constataram que a irmã nunca tinha visto a face do marido, então sugeriram-lhe que, à noite, quando este adormecesse, tomasse de uma lâmpada e uma faca: com uma iluminaria o seu rosto; com a outra, se fosse mesmo um monstro, o mataria, tomando posse de todas as riquezas.

Chegada a noite Psiquê, julgando que os conselhos das irmãs eram ditados por amizade, pôs em execução o plano que elas haviam lhe dito: Ao perceber que seu marido adormecera profundamente, levantou-se tomando uma lâmpada e uma faca, e dirigiu a luz ao rosto se seu esposo, com intenção de matá-lo.
Espantada e admirada com a beleza de seu marido, desastradamente deixa pingar uma gota de azeite quente sobre o ombro dele. Eros acorda – o lugar onde caiu o óleo fervente de imediato se transforma numa chaga: o Amor está ferido.

Percebendo que fora traído, Eros enlouquece, e foge, gritando repetidamente: O amor não sobrevive sem confiança!

Psiquê fica sozinha e desesperada com seu erro, no imenso palácio. Precisa reconquistar o Amor perdido.



A Busca pelo Amor


Psiquê vaga pelo mundo, desesperada, até que resolve consultar-se num templo de Vênus. A deusa, já cientificada de que fora enganada, e mantendo Eros sob seus cuidados, decide impor à pobre alma uma série de tarefas, esperando que delas nunca se desincumbisse, ou que tanto se desgastasse que perdesse a beleza...

A princesa foi colocada num quarto onde tinha sido misturada uma montanha de grãos, de diversos tipos. Psiquê devia separá-los, conforme cada espécie, no espaço de uma noite. A jovem começou a trabalhar, mas mal fizera alguns montículos, adormeceu extenuada. Durante seu sono, surgem milhares de formigas que, grão a grão, os separam do monte e os reúnem consoante sua categoria. Ao acordar, Psiquê constata que a tarefa fora cumprida dentro do prazo. Vênus pede-lhe então um pouco da pura água da nascente do Rio Estige
Mas a nova tarefa logo se revela impossível: o Estige nascia duma alta montanha, tão íngreme que era impossível escalar. Levando um frasco numa das mãos, a princesa queda-se ante a escarpa que se erguia à sua frente quando uma águia surge e, tomando-lhe o frasco, voa com ele até o alto, enchendo-o. O trabalho, mais uma vez, foi realizado.

Vênus pede então que lhe trouxesse a lã de ouro que uns carneiros produziam. Após longa jornada, Psiquê encontra os ferozes animais, que não deixavam que deles se aproximassem. Uma voz surge de juncos num rio, e aconselha-a: ela deve procurar um espinheiro, junto a onde os carneiros vão beber, e nas pontas dos espículos recolher toda a lã que ficara presa. Cumprindo o ditame, Psiquê realiza a tarefa, enfurecendo a deusa.

Vênus percebeu que teria de usar de meios mais poderosos. Inventando que tinha perdido um pouco de sua beleza por cuidar do ferimento de Eros, pede a Psiquê que, no Reino dos Mortos (o País de Hades, também chamado de Campos Elísios), pedisse à sua rainha, Perséfone, um pouco de sua beleza. Conta-se, que Vênus tinha inveja da beleza da Perséfone, e este seria outro motivo para mandar a jovem ao reino de Hades. Mesmo assim a deusa estava certa de que ela não voltaria viva...



A Beleza Fatal

Psiquê, ajudada por uma voz invisível, ou, noutra versão, por uma torre, localiza a passagem para o reino dos mortos. Atravessa o rio Estige na barca de Caronte, faz calar Cérbero atirando-lhe um bolo com mel e chega à presença de Perséfone que lhe entrega uma caixa contendo sua beleza cobiçada por Afrodite. Retornando, a jovem pensa que também ela perdera um tanto de seus encantos e resolve tomar para si um pouco do conteúdo da caixa. Abriu-a, portanto, e apenas uma névoa se desprende, envolvendo-a: era a beleza da morte, e Psiquê tomba, cumprindo assim os desejos da deusa...



A deusa da Alma

Mais tarde, o próprio Eros foi salvá-la. Ambos foram para o Olimpo, onde Psiquê se tornou a deusa da Alma. Desta união nasceu a Volúpia.

Seu nome em grego (Psiquê) pode ser traduzido como alma mas também como borboleta.
Curiosamente, algumas vezes foi representada como uma bela mulher com enormes asas de borboleta ao lado de Eros com suas enormes asas de pássaro.
Para os gregos, as borboletas eram como a alma humana: no começo, enquanto vivos, somos lagartas feias, quando morremos, nos tornamos seres belos, superiores e leves.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Filmes Estrangeiros

Nos últimos tempos assisti tantos filmes holywoodianos idiotas, que cansei, resolvi apostas nos filmes estrangeiros e para a minha surpresa, os filmes estrangeiros estão em sua melhor fase! aqui vai algumas dicas:

O MENINO DO PIJAMA LISTRADO - Muito bom, apesar do tema bem batido, é emocionante, delicado e tocante. Durante quase toda a narrativa, testemunhamos aquele terrível período a partir do ponto de vista das crianças, que, ingênuas ou mergulhadas em seu próprio mundo sem compromissos, muitas vezes não percebem ou compreendem o que está ocorrendo.


OS FALSÁRIOS - O melhor filme que assisti nos últimos tempos, imperdivel!! Uma coprodução alemã e austríaca. O que destaca o filme dirigido por Stefan Ruzowitzky de outros tantos que são produzidos anualmente, é que ele não se preocupa apenas em ficar mostrando como sofreram os judeus durante o holocausto. Ele usa seu trabalho também para mostrar o debate ético sobre o que era mais importante naquele momento: sobreviver, mesmo que para isso eles estivessem ajudando os nazistas e consequentemente trabalhando contra seu próprio povo; ou sabotar a operação e saber que vai pagar por isso?



O BANHEIRO DO PAPA - Dirigido pelo uruguaio radicado no Brasil César Charlone (que também assina a magnífica fotografia do longa) e Enrique Fernández, O Banheiro do Papa foi produzido pelo brasileiro Fernando Meirelles (O Jardineiro Fiel). Exibido no último Festival de Cannes, foi premiado no 35º Festival de Cinema de Gramado - onde venceu os prêmios de Melhor Ator (César Troncoso), Atriz (Virginia Méndez), Roteiro (Enrique Fernandez e Cesar Charlone), Prêmio Excelência de Linguagem Técnica, Prêmio da Crítica e Júri Popular. Um filme que faz rir e chorar...


ENTRE OS MUROS DA PRISÃO - Uma hisória cheia de Cliches e com um final esperado, mas que mesmo assim consegue provocar emoção, e isso é o que surpreende, ao assistir o filme é inevitável não se envolver com os personagens, Treguier, Blondeu,o Guarda, e até a mãe de um dos personagens, o filme consegue passar o ponto de vista de cada um ali presente, vele conferir...